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LITERATURA DE ALCOÓLICOS E NARCÓTICOS ANÔNIMOS, OS DOZE PASSOS, REFLEXÕES, CLÍNICAS, COMUNIDADES, ESPIRITUALIDADE. ESPERO COM ESSAS MATÉRIAS, ESTAR COLABORANDO COM ALGUÉM, EM ALGUM LUGAR, EM ALGUM MOMENTO DE SUA VIDA !

domingo, 4 de novembro de 2007

O bem sempre vence

O BEM SEMPRE VENCE.

Pedrinho, garoto de bons princípios, era orientado pelos pais. Levava uma vida normal até que um dia, ao sair da escola, João o chamou:
- Pedrinho, quer fazer parte do nosso grupo? Toda tarde jogamos pelada no campinho, perto da quitanda do senhor Oscar. Se quiser, apareça.
Pedrinho, enraivecido, pensou: “Eu, convidado por garotos maiores, é sinal de que não me acham um pirralho.”
À tardinha, o grupo já estava se preparando para o jogo, quando Pedrinho chegou.
De peito estufado, procurava dar o melhor de si no jogo para impressionar os novos amigos.
Terminado o jogo, sentaram-se para conversar, quando dois deles saem e logo voltam trazendo guloseimas dentro das camisas.
Pedrinho achou estranho, mas nada perguntou. O mesmo aconteceu no outro dia. Pedrinho, desta vez, não suportou a curiosidade e perguntou:
- Por que vocês trazem as guloseimas escondidas na camisa?
- Ora – disse João – não percebeu ainda? É tudo roubado do senhor Oscar.
Pedrinho levou um choque, mas procurou não demonstrar, para que não o achassem um boboca, mas pensou: “Preciso sair deste grupo, porque o que fazem é contra os meus princípios. Logo vão falar que é a minha vez de ir roubar.”
À noite, teve um sono agitado. Acordou pálido, pois estava com um enorme problema.
Ao se levantar, disse à mãe:
- Mamãe, hoje não vou à escola. Não me sinto bem.
- Está pálido, meu filho. Alguma coisa o preocupa?
- Sim, mamãe. Imagine que esse grupo que comecei a fazer parte, tem o hábito de roubar
- Oh! Meu Deus. precisa sair dele, mas sem feri-los. Estão precisando de ajuda. Se roubam pequenas coisas, amanhã roubarão coisas maiores. É perigoso. Deixe seu pai chegar, pensaremos como agir.
À noite, reunidos, resolveram ajudá-los, primeiramente através da oração. Nisso, a mãe teve uma inspiração: “Vamos convidá-los para um lanche toda vez que terminarem o jogo, assim não é preciso roubar e aproveitamos para ler um trecho do Evangelho. Pode ser que sejam bons meninos, só não estão percebendo a gravidade dessa ação.
- Ótimo – disse Pedrinho.
No dia seguinte os garotos foram esperar na porta da escola. Pedrinho não apareceu. Mas no outro dia, lá estava ele.
João Perguntou:
- Por que você não foi à aula ontem e também não foi jogar?
- É que as guloseimas – disse Pedrinho – que tenho comido me fizeram mal. Então, mamãe fez um lanche gostoso e convida a todos para depois do jogo, irmos até lá.

No primeiro momento ficaram ressabiados, mas depois, pensaram: “um lanche gostoso?! Ah! Não vamos perder não. Faz tempo que não comemos algo assim. Até que é uma boa.”
Assim, toda tarde, ao final do jogo, a mãe de Pedrinho oferecia um delicioso lanche e eles não viam a hora de saboreá-lo.
Ao mesmo tempo que ela os servia, ia falando cautelosamente sobre o Evangelho.
O protetor espiritual de cada um dava a ela a sustentação necessária. E assim, ela os ensinava, dia a dia, as maravilhas de se viver corretamente e ouvirem as palavras de fé e amor.
Feliz da criança que recebe orientação, seja no lar ou na religião, tendo um comportamento dentro dos ensinamentos de Jesus.

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