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domingo, 4 de novembro de 2007

Música (ajuda ou atrapalha?)

MÚSICA! VOCÊ QUER QUE O AJUDE OU ATRAPALHE?

O filme os Caça-Fantasmas II apresentou, numa de suas seqüências, uma cena onde a população de uma cidade, para derrotar um espírito do mal que quer subjugá-la, reúne-se em frente ao mesmo, cantando, em uníssono. As vibrações da música atingem-no e o desintegra, por inteiro.
Há muito que a música é usada, não apenas como simples entretenimento, mas como fonte capaz de modificar o metabolismo do corpo humano e exercer fortes influências sobre objetos e plantas. Hipócrates, o chamado “pai da medicina”, já usava a música como reverso terapêutico com seus doentes e os antigos chineses julgavam a saúde de um povo pela afinação de seus instrumentos.
A Bíblia registra no Velho Testamento no cap. 6 do livro de Josué, referência aos “muros de Jericó ruindo ao som de brados e trompas”. Sabemos que as idéias se propagam melhor através da música; que as nações, os times de futebol, todos têm seus hinos; que a música está presente em todas as atividades humanas; que as plantas e os animais respondem aos estímulos sonoros de diversas maneiras.
Um musicista profissional, fez em 1968 uma pesquisa com dois grupos de plantas ornamentais, submetendo um deles à música erudita e o outro a uma emissora de FM, que só tocava música barulhenta. As plantas expostas a música clássica, cresceram em direção ao aparelho emissor do som. Uma aboboreira enroscou-se em torno do mesmo, como que abraçando-o. As plantas submetidas ao aparelho que tocava música barulhenta afastaram-se do mesmo e tentaram “escapar” do local. Todos os cravos e rosas morreram na Segunda semana e as plantas que cresceram ficaram com folhas muito pequenas e caules muito frágeis, apesar de consumirem o dobro de água. As plantas expostas à música erudita tiveram seu crescimento aumentado em mais de 20%.
Na Europa, as pesquisas foram feitas em campos de trigo, centeio e tricale (cereal que é o cruzamento dos dois anteriores) divididos em quatro grupos: um grupo sem música; outro grupo exposto a alto-falantes, que tocavam algumas horas por dia concertos de música clássica, com seus tons perfeitamente harmônicos; outras à música clássica atonal (não leva em consideração as formas tradicionais da harmonia) e por último outras expostas a músicas barulhentas. A lavoura campeã foi a que “ouviu” clássicas com tons perfeitos.
Na Holanda, a pesquisa foi feita com vacas, tendo-se verificado que houve mudanças palpáveis na produção do leite, de acordo com as músicas tocadas.
Qualquer som em volume muito alto, além de danificar os ouvidos, diminui os reflexos neurológicos e aumenta a freqüência cardíaca. Nos concertos de rock dos Estados Unidos, fazia-se uma brincadeira interessante, que prova o que é dito: os adolescentes levavam ovos crus e colocavam perto das fontes de som. Na metade do concerto descascavam os ovos e comiam, cozidos pelas ondas sonoras.
Os estímulos sonoros acima de 20 decibéis tendem a diminuir os reflexos e a sensibilidade auditiva e acima de 100 decibéis causam lesão auditiva. Jovens expostos muitas horas diárias à música em alto volume vão se tornando surdos e quanto mais surdos ficam, vão aumentando o volume de seus aparelhos. Como a música que ouvem lhes rouba energia, procuram estímulo energético nas drogas ou na própria música, ficando viciados nela, com freqüência cardíaca alta, distúrbio do sono, dificuldades de reflexão e de memória.
Numa fábrica de transistores dos Estados Unidos, conseguiu-se melhorar a qualidade do trabalho dos montadores, substituindo-se a música ambiente barulhenta por outro tipo de música. Isto melhorou a concentração dos operários e a sua capacidade de raciocínio. Os seres vivos sintonizam com ciclos semelhantes: os ritmos e sons da natureza nos fazem bem; os ritmos contrários perturbam o nosso ritmo. Assim como precisamos de estrutura na vida, necessitamos de uma estrutura semelhante, na música.

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