Adicção, A.A., N.A., Doze Passos, Reflexões, Literatura, Clínica, Comunidade, Espiritualidade

LITERATURA DE ALCOÓLICOS E NARCÓTICOS ANÔNIMOS, OS DOZE PASSOS, REFLEXÕES, CLÍNICAS, COMUNIDADES, ESPIRITUALIDADE. ESPERO COM ESSAS MATÉRIAS, ESTAR COLABORANDO COM ALGUÉM, EM ALGUM LUGAR, EM ALGUM MOMENTO DE SUA VIDA !

sábado, 3 de novembro de 2007

Doze Passos (guia de perguntas)

O propósito deste guia é servir aos membros de Alcoólicos Anônimos em qualquer momento da recuperação. o guia pretende beneficiar tanto os que praticam os passos pela primeira vez, quanto aqueles que já seguem sua orientação há muitos anos. Foi elaborado para ser útil aos recém-chegados e ajudar os membros mais experientes a desenvolverem uma compreensão mais profunda dos doze passos. À medida que Alcoólicos Anônimos cresce em números, diversidade, força e tempo limpo, precisamos de literatura que continue servindo aos seus propósitos, e que acompanhe o crescimento da irmandade.
A recuperação é encontrada, fundamentalmente, a partir da experiência pessoal de cada membro ao praticar os passos. Você poderá acrescentar, suprimir dados, ou utilizar este guia na forma como Está. A escolha é sua.

Lembre-se: em Alcoólicos Anônimos nada é imposto, tudo é sugerido.




















PRIMEIRO PASSO.

1. O Que a doença da adicção representa para mim?

2. Minha doença tem estado ativa ultimamente? De que maneira?

3. Como me comporto, quando estou obsecado por algo? Os meus pensamentos seguem um padrão? Descreva.

4. Quando um pensamento passa pela minha cabeça, ajo sem considerar as conseqüências? De que outras maneiras me comporto compulsivamente?

5. Em que medida o aspecto egocêntrico da minha doença afeta a minha vida e a das outras pessoas ao meu redor?

6. Como a doença me afetou fisicamente? Mentalmente? Espiritualmente? Emocionalmente?

7. Dei desculpas plausíveis, minha inverídicas, sobre meu comportamento quais foram?

8. Tenho agido compulsivamente, levado uma obsessão, e depois fingindo que planejei agir dessa maneira? Quando?

9. Como tenho culpado outras pessoas pelo meu comportamento?

10. Como tenho comparado minha adicção com a adicção de outras pessoas? Minha adicção já é suficientemente ruim, mesmo que não a compare com a de ninguém?

11. Tenho comparado alguma manifestação atual da minha adicção com a maneira como minha vida era, antes de ficar limpo? Estou atormentado com a idéia de que deveria ter um comportamento melhor?

12. Acho que tenho informação suficiente sobre adicção e recuperação para controlar meu comportamento antes que ele me escape?

13. Estou evitando agir porque temo me envergonhar ao encarar os resultados da minha adicção? Estou evitando por medo do que os outros pensam?

14. Que tipo de crise me trouxe para a recuperação?

15. Que situação me fez trabalhar formalmente o primeiro passo?

16. Quando foi que reconheci pela primeira vez a adicção como problema? Tentei corrigi-lo? Se tentei como foi? Caso contrário, por que não tentei?

17. Perante o quê, exatamente, sou impotente?

18. Fiz coisas na minha adicção ativa que nunca teria feito em recuperação? que coisas foram essas?

19. O que fiz, para sustentar minha adicção, que foi completamente contra todas as minhas crenças e valores?

20. Como minha personalidade muda quando estou agindo movido pela minha adicção? (por exemplo: fico arrogante? Egocêntrico? Mal-humorado? Passivo, a ponto de ser incapaz de me preservar? Manipulador? Chorão?)

21. Manipulo os outros para manter minha adicção? como?

22. Tentei parar de usar e descobri que não conseguia? Já tentei parar por minha conta e descobri que a vida estava tão dolorosa sem drogas que a abstinência não durou muito tempo? Como foram essas tentativas?

23. De que forma a adicção me levou a machucar a mim e aos outros?

24. O que a perda de controle significa para mim?

25. Já fui preso ou tive problemas legais devido à minha adicção? já fiz alguma coisa pela qual pudesse ser preso? Que foi?

26. Que problema tive no trabalho ou escola devido minha adicção?

27. Que problema tive com minha família devido minha adicção?

28. Que problema tive com meus amigos devido minha adicção?

29. Insisto em fazer as coisas do meu jeito? Como minha resistência afeta meus relacionamentos?

30. Levo em consideração as necessidades dos outros? Como minha falta de consideração afeta meus relacionamentos?

31. Sou responsável pela minha vida e minhas ações? Sou capaz de dar conta das responsabilidades sem ficar sobrecarregado? Como isso tem afetado minha vida?

32. Desestruturo-me quando as coisas não acontecem de acordo com o planejado? Como isso afeta minha vida?

33. Lido com todo desafio como se fosse um insulto pessoal? Como isso tem afetado minha vida?

34. Estou sempre imaginando crises, reagindo a toda situação com pânico? Como isso afeta minha vida?

35. Ignoro sinais de que alguma coisa pode estar seriamente errada com minha saúde ou com meus filhos, pensando que as coisas vão se ajeitar? Descreva.

36. Diante de um perigo real, já fiquei indiferente ou de algum modo incapaz de me proteger por causa da minha adicção? Descreva.

37. Já prejudiquei alguém devido a minha adicção? Descreva.

38. Usei drogas ou agi com minha adicção para mudar ou reprimir meus sentimentos? O que estava tentando reprimir?

39. Aceitei completamente minha adicção?

40. Acredito que ainda possa me relacionar com as pessoas da minha ativa? Ainda posso ir aos lugares da ativa? Penso que é razoável manter perto de mim objetos de uso, só para “me lembrar”, ou para testar minha recuperação? em caso afirmativo, por quê?

41. Existe alguma situação que, na minha opinião, não vou conseguir superar limpo, alguns acontecimento tão doloroso que me leve a usar para sobreviver à dor?

42. Penso que, com algum tempo limpo, ou em circunstâncias de vida diferentes, eu seria capaz de controlar meu uso de drogas?

43. A que reservas ainda estou me apegando?

44. Qual é meu temor quanto ao conceito da rendição, se é que tenho?

45. O que me convence de que não consigo mais usar satisfatoriamente?

46. Consigo aceitar que nunca irei retomar o controle, mesmo depois de um longo período de abstinência ?

47. Posso começar minha recuperação sem uma rendição completa?

48. Como seria minha vida se eu me rendesse completamente?

49. Posso continuar minha recuperação sem uma rendição completa?

50. Tenho pensado em usar, ou tenho agido movido pela minha adicção de alguma forma? Partilhei isso com meu padrinho ou alguém?

51. Tenho estado em contato com a realidade da minha adicção, não importando há quanto tempo esteja limpo?

52. Percebi que, sem a necessidade de esconder minha adicção, não preciso mais mentir como antes? Valorizo a liberdade que isso traz? De que formas comecei a ser honesto com a minha recuperação?

53. O que é dito em recuperação e me é difícil acreditar? Pedi explicação ao meu padrinho ou madrinha ou à pessoa que o disse?

54. De que formas estou afetado praticando o princípio da mente aberta?

55. Estou disposto a seguir as sugestões do meu padrinho?

56. Estou disposto a ir a reuniões regularmente?

57. Estou disposto a dar o melhor de mim pela minha recuperação? como?

58. Como me sinto quando vejo que o melhor de mim, poderia ser melhorado um pouquinho mais?

59. Acredito que sou um monstro que envenenou o mundo inteiro com a sua adicção? acredito que minha adicção é totalmente inofensiva para grande parte da sociedade à minha volta? Ou é alguma coisa intermediária?

60. Tenho noção do meu grau de importância para minha família e meus amigos? E na sociedade como um todo? Que noção é essa?

61. Como estou praticando o princípio da humildade em relação ao trabalho do primeiro passo?

62. Fiz as pazes com o fato de ser um adicto?

63. Fiz as pazes com as coisas que precisarei fazer para ficar limpo?

64. Como a aceitação da minha adicção é necessária para a continuidade da minha adicção?

65. Como sei que é hora de seguir em frente?

66. Qual é minha compreensão do primeiro passo?

67. Como meu conhecimento e experiência anteriores afetaram meu trabalho com este passo?










SEGUNDO PASSO.

1. Em que tenho esperança hoje?

2. Acreditei que poderia controlar meu uso? Quais foram algumas das minhas experiências com isso, e de que maneira meus esforços foram malsucedidos?

3. Que coisas fiz que mal posso acreditar quando olho para trás? Coloquei-me em situações de perigo para conseguir drogas? Comportei-me de uma maneira da qual agora me envergonho? Como foram essas situações?

4. Tomei decisões insanas como conseqüência da minha adicção? abandonei empregos, amizades e outros relacionamentos, ou desisti de atingir outras metas, apenas porque interferiam com meu uso?

5. Alguma vez me machuquei fisicamente ou machuquei a outra pessoa devido a minha adicção?

6. Como eu reagia: de forma exagerada ou apática diante das coisas?

7. Como tem sido o desequilíbrio de minha vida?

8. De que maneiras minha insanidade diz que as coisas externas podem me preencher ou resolver todos os meus problemas? Usando drogas? Jogando compulsivamente, comendo ou buscando sexo? Alguma outra coisa?

9. Faz parte da minha insanidade acreditar que o sintoma da minha adicção (usar drogas ou outra manifestação) é meu único problema?

10. Quando agimos movidos por uma obsessão, mesmo sabendo quais seriam os resultados, o que pensamos e sentimos antes? O que nos fez continuar?

11. Tenho medo de vir a acreditar? Quais são os meus medos?

12. Tenho quaisquer outras barreiras que me impeçam de vir a acreditar? Quais são elas?

13. O que significa para mim a expressão: “viemos a acreditar...?

14. Já acreditei em algo do qual não tinha qualquer tipo de evidência tangível? Como foi a experiência?

15. Que experiências já ouvi outros adictos partilharem sobre o processo de acreditar? Já experimentei alguma delas na minha vida?

16. Em que eu acredito?

17. De que forma minha fé cresceu desde que entrei em recuperação?

18. Tenho dificuldade para aceitar que existia um Poder, ou Poderes maiores do que eu?

19. Cite algumas coisas maiores que você.

20. Um Poder Maior do que eu pode me ajudar a ficar limpo? Como?

21. Um Poder Maior do que eu pode me ajudar na minha recuperação? como?

22. Que provas tenho de que um Poder Superior está operando na minha vida?

23. Quais são as características que meu Poder Superior não tem?

24. Quais são as características que meu Poder Superior tem?

25. Que coisas eu considero como sendo exemplos de sanidade?

26. Que mudanças no meu comportamento e na minha maneira de pensar são necessárias para me devolver à sanidade?

27. Em que áreas da minha vida preciso ter sanidade agora?

28. Como o caminho para a sanidade é um processo?

29. Como o trabalho com os outros passos irá ajudar no meu retorno à sanidade?

30. De que maneira a sanidade já foi restaurada na minha adicção?

31. Minhas expectativas realistas sobre o meu processo de recuperação estão sendo atingidos ou não? Compreendo que a recuperação acontece com o tempo e não da noite podia?

32. Por que ter a mente fechada é prejudicial para minha adicção?

33. Como estou demonstrando mente aberta na minha vida hoje?

34. De que forma minha vida mudou desde que entrei em recuperação? acredito que mais mudanças serão possíveis?

35. O que estou pronto a fazer para ser devolvido á sanidade?

36. Existe algo que eu esteja disposto a fazer agora, e que antes não estava? O que é?

37. Que atitudes tenho tido, que demonstram minha fé?

38. De que forma minha fé tem crescido?

39. Sou capaz de fazer planos, tendo fé que minha adicção não irá interferir?

40. Que medos tenho e que, estão interferindo na minha fé?

41. O que necessito fazer para me livrar desses medos?

42. Quais as minhas ações que demonstram minha fé no processo de recuperação e num Poder Maior que eu?

43. Procurei a ajuda do meu Poder Superior hoje? Como e porque?

44. Busquei ajuda do meu padrinho, fui ás reuniões e procurei por outros adictos em recuperação? quais foram os resultados?

45. Que atitudes posso tomar que irão me ajudar ao longo do processo de vir a acreditar?

46. O que estou fazendo para superar as expectativas irreais que possa ter quanto a ser devolvido pelo meu Poder Superior à sanidade?

47. Qual é minha compreensão do segundo passo?

48. De que forma o meu conhecimento e experiências anteriores afetaram meu trabalho?



TERCEIRO PASSO.

1. Por que tomar uma decisão é o trabalho principal desse passo?

2. Posso tomar essa decisão só por hoje? Tenho medo dela, ou reservas a seus respeito? Quais são?

3. Que atitudes tomei para dar seqüência à minha decisão?

4. Quais áreas da minha vida são difíceis de entregar ao Poder Superior? Final porque é importante que eu as entregue?

5. De que forma agi por vontade própria? Quais meus motivos?

6. Como minha vontade própria afetou minha vida?

7. Como minha vontade própria afetou os outros?

8. Perseguir minhas metas machucará alguém? Como?

9. Na busca do que quero, é provável que acabe fazendo algo que afete negativamente a mim e aos outros? Por favor explique.

10. Terei que comprometer alguns dos meus princípios para atingir essa meta? (por exemplo: terei de ser desonesto, cruel, desleal?

11. Descrever as vezes em que minha vontade não foi suficiente. (por exemplo: eu não pude ficar limpo pela minha própria vontade).

12. Qual é a diferença entre a minha vontade e a vontade do Poder Superior?

13. A palavra ou o próprio conceito de “Deus” me traz desconforto? Qual é a fonte do meu desconforto?

14. Alguma vez acreditei que Deus fez acontecer coisas horríveis, o que estava me punindo? Quais foram as situações?

15. Qual é minha compreensão de um Poder Superior do que eu mesmo, hoje?

16. De que forma meu Poder Superior está atuando na minha vida?

17. Como meu Poder Superior é capaz de se comunicar comigo?

18. Como eu atualmente sou capaz de me comunicar com meu Poder Superior?

19. Quais são meus sentimentos em relação ao meu Poder Superior?

20. Estou tendo dificuldade em relação à mudança de crença sobre a natureza do meu Poder Superior? Descreva.

21. Minha concepção atual do Poder Superior ainda funciona? Como ela precisaria ser mudada?

22. O que significa para mim “aos cuidados do Poder Superior?”

23. O que significa para mim entregar minha vontade e minha vida aos cuidados do meu Poder Superior?

24. Como eu permito que meu Poder Superior aja na minha vida?

25. Como meu Poder Superior cuida da minha vontade e da minha vida?

26. Houve momentos em que não fui capaz de abrir mão e confiar a Deus o resultado de uma situação específica? Descreva.

27. Houve situações nas quais eu fui capaz de abrir mão e confiar a Deus o resultado de uma situação específica? Descreva.

28. Houve situações nas quais eu fui capaz de abrir mão e confiar a Deus o resultado? Descreva.

29. Como eu ajo para entregar? Existem palavras que eu digo regularmente? Quais são elas?

30. O que estou fazendo para reforçar a decisão de permitir que meu Poder Superior tome conta da minha vontade e da minha vida?

31. Em que medida o terceiro passo me permite continuar o processo de rendição que eu desenvolvi nos passos um e dois?

32. Como a esperança, fé e confiança se tornaram forças positivas na minha vida?

33. Que mais posso fazer para aplicar os princípios da esperança, fé e confiança na minha recuperação?

34. Que provas tenho de que posso confiar plenamente na minha recuperação?

35. O que venho fazendo recentemente para demonstrar meu comprometimento com a recuperação e com o trabalho no programa? (por exemplo: encargo no Alcoólicos Anônimos? Apadrinhar um adicto? Ir à reuniões? Trabalho com meu padrinho quando ele me fala coisas que não queria ouvir? Sigo a orientação do padrinho?

36. Existe alguma reserva na minha decisão de entregar a minha vontade e a minha vida aos cuidados do Poder Superior?

37. Sinto que agora estou pronto para entregar essas vontades e minha vida ao Poder Superior?

38. De que forma a minha rendição, no primeiro passo, me ajudou no terceiro?

39. O que pretendo fazer para pôr em prática a minha decisão? Como o trabalho dos passos restantes se encaixa nisto?























QUARTO PASSO.

1. Tenho quaisquer reservas quanto a trabalhar esse passo? Quais?

2. Quais os benefícios que poderei obter, ao fazer o inventário moral destemido e minucioso de mim mesmo?

3. Por que eu não deveria adiar o momento de trabalhar este passo?

4. Quais são os benefícios de não adiar?

5. Estou com medo de trabalhar este passo? Qual é o meu receio?

6. O que significa, para mim, ser profundo e destemido?

7. Estou trabalhando com meu padrinho e falando com outros adictos? O que mais estou fazendo para ter certeza de que conseguirei lidar com tudo aquilo que for revelado neste inventário?

8. Sinto-me incomodado com a palavra “moral”? Se sim por quê? Se não por quê?

9. Sinto-me incomodado com as expectativas da sociedade, e com medo de não conseguir, não poder e jamais ser capaz de me ajustar a elas?

10. Que valores e princípios são importantes para mim e minha recuperação?

11. Em que medida a minha decisão de trabalhar o quarto passo é uma demonstração de coragem? De confiança? De fé? De honestidade? De boa vontade?

12. Sinto ressentimentos em relação às pessoas? Explique as situações que o conduziram ao ressentimento.
13. Sinto ressentimentos em relação a que instituições? Explique.

14. Qual foi a motivação ou crença que me levou a agir de tal forma nessas situações?

15. Como minha incapacidade ou falta de vontade para experimentar determinados sentimentos me levou a desenvolver ressentimentos?

16. Como meu comportamento contribui para meus ressentimentos?

17. Tenho medo de reconhecer minha participação nas situações que causaram meus ressentimentos? Por quê?

18. Como meus ressentimentos afetaram minhas relações comigo mesmo, com os outros e com o meu Poder Superior?

19. Que motivos repetidos observo nos meus ressentimentos?

20. Como eu identifico meus sentimentos?

21. Quais são os sentimentos que tenho mais dificuldade de experimentar?

22. Por que tentei esconder meus sentimentos?

23. De que forma tentei negar como realmente me sentia?

24. Quem ou o que provocou determinado sentimento? Que sentimento foi esse? Quais foram as situações? Qual foi meu papel em cada situação?

25. O que faço com meus sentimentos, uma vez identificados?

26. Em relação a quem o por que me sinto culpado ou envergonhado?

27. Quais dessas situações me causaram vergonha. Embora eu não fosse responsável por criá-las?

28. Nas situações causadas por mim, qual foi a motivação ou crença que me levou a agir assim?

29. Como o meu comportamento contribui para minha culpa e vergonha?

30. De que ou de quem tenho medo? Por quê?

31. O que tenho feito para esconder meu medo?

32. Como tenho reagido negativamente ou destrutivamente ao medo?

33. O que mais receio olhar ou revelar sobre mim mesmo? O que acho que irá acontecer se eu o disser?

34. Tenho enganado a mim mesmo devido ao meu medo? Como?

35. Que conflitos na minha personalidade dificultam manter amizades e/ou relações afetivas?

36. Como meu medo de ser ferido afetou minhas amizades e relações afetivas?

37. Como sacrifiquei amizades platônicas em favor das românticas?

38. Nas minhas relações com familiares, sinto-me, às vezes, como se estivéssemos presos na repetição dos mesmos padrões, sem qualquer esperança de mudar? Que padrões são esses? Qual é meu papel em perpetuá-los?
39. Como tenho evitado a intimidade com amigos, companheiros ou cônjuges e familiares?

40. Tenho tido problemas em assumir compromissos? Descreva.

41. Alguma vez já destrui relacionamentos por acreditar que ia ser ferido de alguma forma e, portanto, saí da situação antes que isso viesse a acontecer? Descreva.

42. Até que ponto levo em consideração os sentimentos dos outros nas minhas relações? No mesmo plano que os meus? Considero-os mais importantes do que os meus? Menos? Ou nem penso neles?

43. Já me senti vítima em alguma das minhas relações? Exemplifique.

44. Como tem sido minhas relações com vizinhos? Noto alguns padrões permanentes, independentemente dos lugares onde morei?

45. Como me sinto em relação às pessoas com quem e por quem trabalhei? Como meus pensamentos, crenças e comportamentos me causaram problemas no meu trabalho?

46. Como me sinto em relação às pessoas com quem estudei?

47. Alguma vez pertenci a clubes ou sociedades organizadas? (dia Alcoólicos Anônimos é uma sociedade organizada) como me sentia em relação às outras pessoas? Fiz amigos? Quais minhas expectativas? Desisti após algum tempo? Por quê? Qual meu papel nelas?

48. Antigas experiências envolvendo confiança e intimidade me magoaram eme levaram ao afastamento? Descreva.

49. Alguma vez fui internado? Que efeito teve na minha personalidade?

50. Alguma vez terminei um relacionamento, mesmo quando havia potencial para resolver os conflitos e lidar com os problemas? Por quê?

51. Eu me modificava, de acordo com quem estivesse à minha volta?

52. Já descobri coisas sobre minha personalidade das quais não gostava e, depois, agi para compensar exageradamente esse comportamento?

53. Quais defeitos de caráter estão em evidência nas minhas relações?

54. Como posso modificar meu comportamento, para começar a ter relações saudáveis?

55. Tenho desenvolvido algum tipo de relação com um Poder Superior? Como isso foi mudando ao longo de minha vida? Que espécie de relacionamento tenho agora com o meu Poder Superior?

56. Como meu comportamento sexual se baseava no egoísmo?

57. Tenho confundido sexo com mor? O que resultou dessa confusão?

58. Como tenho usado o sexo para tentar evitar a solidão ou preencher um vazio espiritual?

59. De que forma procurei ou evitei o sexo, compulsivamente?

60. Houve alguma prática sexual que me deixou envergonhado ou com sentimento de culpa? Qual? Por que me senti assim?

61. Alguma de minhas práticas sexuais machucou a mim mesmo e a outros?

62. Sinto-me à vontade com minha sexualidade? Por que sim ou não?

63. Sinto-me à vontade com a sexualidade dos outros? Por que sim ou não?

64. O sexo constitui um pré requisito em todas ou na maioria das minhas relações?

65. O que significa, para mim, agora, uma relação saudável?

66. Houve algo contra mim? (exemplo: uma situação de abuso sexual). Descreva.

67. Houve algo que fiz contra alguém nessa área? Descreva.

68. Que qualidades tenho, das quais gosto? Do que os outros gostam? Quais qualidades me são úteis?

69. De que forma tenho demonstrado consideração por mim mesmo e pelos outros?

70. Que princípios espirituais estou praticando? Como isso modifica minha vida?

71. Como minha fé e confiança no Poder Superior têm crescido?
72. Em que se baseia minha relação com meu padrinho? Como vejo essa experiência positiva se refletir em outras relações?

73. Que objetivos alcancei? Tenho agido para atingir outras metas? Quais são e como estou agindo?

74. Quais são meus valores? Quais me comprometi a seguir e como?

75. Como estou demonstrando minha gratidão pela recuperação?

76. Há segredos sobre os quais não tenha ainda descrito? Quais?

77. Há alguma coisa neste inventário que não seja real, ou quaisquer histórias que eu tenha contado inúmeras vezes, mas que não é verdade?




















QUINTO PASSO.

1. Que reservas tenho para trabalhar o quinto passo?

2. Tenho alguns medos neste momento? Quais são?

3. O que estou fazendo para superar meus medos de fazer o quinto passo?

4. De que forma o trabalho dos primeiros quatro passos, me preparou para trabalhar o quinto?

5. De que maneira vou incluir Deus da minha compreensão no quinto passo?

6. De que forma minha decisão do terceiro passo é reafirmada no quinto passo?

7. Posso reconhecer e aceitar a natureza exata das minhas falhas?

8. De que forma minha decisão do terceiro passo é reafirmada no quinto passo?

9. Que qualidades meu ouvinte tem, que são atraentes para mim?

10. De que maneira o fato desta pessoa possuir estas qualidades me ajudará a fazer minhas admissões mais efetivamente?

11. Estarei pronto para confiar na pessoa que ouvirá meu quarto passo?

12. O que espero desta pessoa?

13. De que forma o quinto passo me ajudará a desenvolver novas formas de me relacionar?

14. De que forma a natureza exata das minhas falhas difere das minhas ações?

15. Por que eu preciso admitir a natureza exata das minhas falhas, e não apenas as falhas?

16. Acredito que o quinto passo, de alguma maneira, vá tornar minha vida melhor? como?

17. Quais sem as maneiras de encontrar a coragem de que preciso para trabalhar este passo?

18. De que forma a prática do principio da coragem, ao trabalhar este passo, afetará toda a minha recuperação?

19. Já marquei uma data e lugar para meu quinto passo? Quando e onde?

20. De que forma, no passado, evitei ser honesto comigo? O que estou fazendo agora para colocar o princípio da honestidade em prática?

21. De que forma uma visão mais realista de mim mesmo está relacionada com a humildade?

22. Como a prática do princípios da honestidade ajuda minha auto-aceitação?

23. De que maneira partilhar meu inventário com meu padrinho reforça meu compromisso com o programa de Alcoólicos Anônimos.

24. De que forma o quinto passo aumentou minha humildade e auto-aceitação?





SEXTO PASSO.

1. Existem partes em mim de que gosto, mas que poder ser “defeitos”? tenho medo de me transformar em alguém de quem não gosto, se essas partes do meu caráter foram removidas?

2. O que eu penso que será removido?

3. Ainda acredito no processo de recuperação? acredito que possa mudar? Em que mudei? Com quais defeitos não preciso mais lidar?

4. Tenho defeitos que acho que não podem ser removidos? Quais? Por quê?

5. De que maneira tenho tentado remover ou controlar meus próprios defeitos de caráter? Qual foi o resultado dessas tentativas?

6. Qual é a diferença entre estar totalmente pronto para deixar que Deus remova meus defeitos de caráter e eliminá-los eu mesmo?

7. De que maneira estou aumentando minha confiança no Deus da minha compreensão, ao trabalhar este passo?

8. Em que medida a minha rendição se aprofundou neste passo?

9. O que posso fazer para mostrar que estou inteiramente pronto?

10. Liste cada defeito e dê uma breve definição de cada um.

11. De que forma eu ajo motivado por este defeito?

12. Quando eu ajo motivado por este defeito, qual é a conseqüência sobre mim e os outros?

13. Que sentimentos associo a este defeito? Estou tentando suprimir sentimentos, movido por determinados defeitos?

14. Como seria minha vida sem este comportamento? Qual o princípio espiritual que posso aplicar no seu lugar?

15. Como estou demonstrando, hoje, o meu compromisso com a recuperação?

16. Trabalhando os primeiros cinco passos, tenho perseverado na minha recuperação? por que esta qualidade é tão vital para o sexto passo?

17. Estou disposto a ter todos os meus defeitos de caráter removidos neste momento? Caso contrário, por que não?

18. O que fiz hoje para mostrar boa vontade?

19. Até que ponto tenho medo do que me tornarei? Ele diminuiu desde que comecei a trabalhar este passo?

20. De que maneira estou aumentando minha confiança no Deus da minha compreensão, ao trabalhar este passo?

21. Eu me aceito hoje? O que gosto em mim? O que mudou, desde que estou trabalhando os passos?

22. O que me imagino fazendo com as qualidades que gostaria de obter? O que farei com a minha profissão? E com o meu tempo livre? Que tipo de pai, filho, parceiro ou amigo eu vou ser? Seja específico.




SÉTIMO PASSO.

1. Que atitudes minhas já mudaram desde que estou em recuperação?

2. De que maneira a humildade influi na minha recuperação?

3. De que maneira a consciência da minha própria humildade me ajuda a trabalhar este passo?

4. De que forma aumentou a minha compreensão do Poder Superior, com os passos anteriores? Como se desenvolveu o meu relacionamento com esse Poder?

5. De que forma meu trabalho nos passos anteriores me preparou para trabalhar o passo sete?

6. Como pedirei ao Poder Superior que remova meus defeitos de caráter?

7. É possível que outros adictos em recuperação me ajudem a descobrir de que forma irei fazer esse pedido? Solicitei a eles que partilhassem comigo sua experiência, força e esperança? Pedi orientação ao meu padrinho?

8. De que forma o princípio espiritual da rendição atua de modo a deixar que o Poder Superior trabalhe nas nossas vidas?

9. Quais podem ser os benefícios de permitir que o Poder Superior influa na minha vida?

10. Como me sinto, sabendo que o Poder Superior está cuidando de mim, e atuando na minha vida?

11. Aceitei minha impotência diante dos meus defeitos de caráter, tanto quanto minha adicção? fale sobre isso.

12. De que maneira minha rendição se aprofundou?

13. Acredito que meu Poder Superior irá remover meus defeitos de caráter ou me concederá a libertação da compulsão de agir em função deles?

14. De que maneira minha fé no Poder Superior se fortalecerá como resultado do trabalho deste passo?

15. Onde tive oportunidades para crescer ultimamente? Que fiz delas?

16. Acredito que somente o meu Poder Superior poderá remover meus defeitos de caráter? Ou tenho tentado fazer isso por mim mesmo?

17. Tenho ficado impaciente, porque meus defeitos de caráter não foram removidos imediatamente, assim que pedi? Ou confio que eles serão removidos por Deus, no seu devido tempo?

18. Ultimamente, meu senso de perspectiva esteve em desequilíbrio? Comecei a pensar em mim mesmo como sendo mais importante ou mais poderoso do que realmente sou?

19. Houve momentos em que soube evitar agir em função de um defeitos de caráter e, em vez disso, praticar um princípio espiritual? Reconheço isso como sendo o trabalho de Deus na minha vida?

20. Quais defeitos de caráter foram removidos da minha vida, ou cujo poder sobre mim foi atenuado?

21. Por que o sétimo passo produz um sentimento de serenidade?



OITAVO PASSO.

1. Estou hesitando, de alguma forma, em trabalhar o oitavo passo? Por quê?

2. Percebo a necessidade de ir com calma e consultar meu padrinho, antes de fazer reparações? Em alguma situação, causei um dano maior, por me apressar a fazer reparações antes de estar pronto? Que situação foi esta?

3. Fazer uma lista dos ressentimentos que atrapalham minha disposição de fazer reparações.

4. Posso abrir mão desses ressentimentos agora? Se não, posso ter boa vontade suficiente para acrescentar esses nomes à minha lista, de qualquer maneira, e deixar para me preocupar com as reparações depois?

5. Existe alguma pessoa a quem eu deva reparações e que possa ser uma ameaça à minha segurança, ou que me preocupe verdadeiramente? Quais são os meus medos?

6. Fazer uma lista das pessoas que prejudicamos e como as prejudicamos.

7. Fazer a lista dessas pessoas incluindo amaneira específica como prejudiquei a cada uma delas.

8. Por que apenas dizer “me desculpe” não é suficiente para reparar o dano que causei?

9. Por que apenas modificar meu comportamento não é suficiente para reparar o dano que causei?

10. Há reparações financeiras que não quero fazer? Como seria minha vida se eu já tivesse feito essas reparações?

11. Devo reparações a pessoas que também me prejudicaram? O que fiz para me dispor a fazer estas reparações?

12. De que maneira de terminar a natureza exata de minhas falhas é algo valioso no oitavo passo? Por que é tão essencial que eu tenha clareza sobre a minha responsabilidade?

13. Que exemplos tenho de minha experiência com a honestidade, nos passos anteriores? Como aproveitarei essa experiência neste passo?

14. Que exemplo tenho da minha experiência com a coragem, nos passos anteriores? Como aproveitarei essa experiência neste passo?

15. Existem nomes que não acrescentei à minha lista? Estou disposto a acrescentá-los agora? Já terminei minha lista?

16. O que fiz para aumentar minha boa vontade?

17. Como me sinto, tendo que rezar para conseguir boa vontade?

18. Estou começando a me sentir em contato com os outros? Descreva.

19. Estou começando a sentir compaixão e empatia pelos outros? Descreva.








NONO PASSO.

1. De que forma o trabalho com os oito passos anteriores me preparou para o nono?

2. Como a honestidade ajuda no trabalho deste passo?

3. Como a humildade ajuda no trabalho deste passo?

4. O que significa fazer reparações?

5. Por que fazer reparações significa mais do que pedir “desculpas”?

6. Como fazer as reparações?

7. Como fazer das reparações um compromisso com o processo contínuo de mudança?

8. Minha lista realmente está completa? Reflita ao responder.

9. O que temo quanto a fazer reparações? Estou preocupado que alguém venha a se vingar de mim ou me rejeitar?

10. Em que medida o nono passo requer um novo nível de rendições ao programa?

11. E as reparações financeiras? Tenho fé de que o Poder Superior garantirá que eu tenha o que preciso, ainda que esteja me sacrificando para fazer reparações?

12. Que outros medos e expectativas tenho sobre minhas reparações?

13. Por que não importa a forma como minhas reparações serão recebidas? O que isso tem a ver com o propósito espiritual do nono passo?

14. Como posso utilizar outros adictos, meu padrinho, e meu Poder Superior como fontes de força, neste processo?

15. Que nomes da minha lista do oitavo passo estão relacionados a complicações, como as citadas acima? Que circunstâncias específicas foram essas?

16. Devo reparações que poderiam trazer sérias conseqüências? Quais são elas?

17. Devo reparações a alguém que esteja morto? O que essa pessoa tinha de especial, que eu poderia usar ao planejar minhas reparações?

18. Que comportamentos preciso reparar?

19. Estou espiritualmente preparado para fazer reparações difíceis, e lidar com os resultados?

20. O que fiz para me preparar?

21. Devo reparações a pessoas que também me magoaram?

22. Perdoei todas essas pessoas? Quais delas eu ainda não perdoei? Tentei, de todas as formas mencionadas acima, desenvolver o espírito do perdão? O que meu padrinho diz sobre isso?

23. Há reparações que tenho dificuldade de continuar? O que estou fazendo para retornar meu compromisso com essas reparações?

24. Quais os meus planos imediatos para fazer reparações a mim mesmo? Tenho metas abrangentes, que possam se encaixar nas reparações a mim mesmo? Quais? O que posso fazer para continuar?

25. Responsabilizei-me pelo dano que causei e pela reparação desse dano?

26. Que experiências pessoais me ajudaram a enxergar mais claramente os prejuízos que causei? Como isso contribui para aumentar minha humildade?

27. Como estou me doando, ou sendo útil aos outros?

28. Que benefícios obtenho, praticando o princípio do perdão? Em quais situações me foi possível praticar esse princípio?

29. De que eu me perdoei?

30. Como me senti ao fazer essas reparações? O que aprendi com elas?






















DÉCIMO PASSO.

1. Por que o décimo passo é necessário?

2. Qual é o propósito de continuar a fazer um inventário?

3. Como meu padrinho pode me ajudar?

4. Há momentos, na vida, em que fico confuso com a diferença entre meus sentimentos sem ações? Desenvolva isso.

5. Houve momentos, em que minha recuperação, em que estava errado e só me dei conta mais tarde? Quais?

6. Como meus erros afetam minha própria vida? E a dos outros?

7. Quando estamos errados, nós o admitimos prontamente - o que isso significa para mim?

8. Houve momentos, em minha recuperação, em que piorei a situação, falando precipitadamente ou culpando outra pessoa pelo meu comportamento? Quais foram?

9. Como a pronta admissão de meus erros ajuda a modificar meu comportamento?

10. Houve situações, em minha recuperação, nas quais me senti desconfortável por reconhecer algo que fiz certo? Descrever.

11. Por que é impossível continuar a fazer o inventário pessoal, até que se torne uma segunda natureza?

12. Reafirmei, hoje, minha fé num Deus amoroso e cuidadoso?

13. Procurei, hoje, a orientação de meu Poder Superior? Como?

14. O que fiz para servir ao Poder Superior e às pessoas a minha volta?

15. O Poder Superior me deu, hoje, alguma coisa pela qual deva ser grato?

16. Acredito que meu Poder Superior pode me mostrar como viver e como me harmonizar ca sua vontade?

17. Percebo alguns “velhos padrões” em minha vida de hoje? Quais?

18. Fui ressentido, egoísta, desonesto ou medroso?

19. Eu contribuí de alguma forma para sofrer decepções?

20. Fui amoroso e gentil com todos?

21. Tenho me preocupado com o ontem ou o amanhã?

22. Permiti-me ficar obsecado por algo?

23. Tenho me permitido ficar com fome, raiva, solidão ou cansaço?

24. Estou me levando muito a sério em alguma área da minha vida?

25. Sofro de algum problema físico, mental ou espiritual?

26. Evitei conversar sobre algo que deveria com meu padrinho?

27. Tive algum sentimento radical hoje? Qual foi e por quê?

28. Quais são as áreas problemáticas em minha vida, hoje?

29. Quais os defeitos que influíram na minha vida hoje? Como?

30. Tive medo em minha vida, hoje?

31. O que fiz, hoje, que gostaria de não ter feito?

32. O que não fiz, hoje, que gostaria de ter feito?

33. Desejo mudar?

34. Houve conflito em algum dos meus relacionamentos hoje? Qual?

35. Estou mantendo minha integridade pessoal em meus relacionamentos?

36. Prejudiquei a mim o a alguém, direta ou indiretamente, hoje? Como?

37. Devo desculpas ou reparações?

38. Onde estive errado? Se pudesse fazer de novo, o que faria diferente? Como fazer melhor, da próxima vez?

39. Fiquei limpo, hoje?

40. Fui bom para mim, hoje?

41. Quais os sentimentos que tive, hoje? Como os usei para escolher atitudes centradas nos princípios?

42. O que fiz para servir aos outros, hoje?

43. O que fiz, hoje, que traz um sentimento positivo?


44. Dei-me algum motivo de satisfação hoje?

45. O que fiz, hoje, que tenho certeza de querer repetir?

46. Fui a uma reunião ou falei com outro adicto em recuperação, hoje?

47. O que tenho para agradecer, hoje?

48. Por que o princípio da autodisciplina é necessário neste passo?

49. Como a prática do princípio da autodisciplina, neste passo, afeta toda minha recuperação?

50. Como o fato de estar consciente de meu serros (honestidade comigo)ajuda a mudar meu comportamento?

51. Que situações, em minha recuperação, me exigiram praticar o princípio da integridade? Como reagi? Quando me senti bem cm relação e quando não?

52. Como o décimo passo me ajuda a viver no presente?

53. O que estou fazendo diferente como resultado do trabalho do décimo passo?












DÉCIMO PRIMEIRO PASSO.

1. Que experiência com os passos anteriores, ou com outras áreas da vida, me deram alguma noção de como é meu Poder Superior, a partir dessas experiências?

2. Que qualidades tem meu Poder Superior? Posso utilizá-las em meu benefício – posso experimentar esse Poder transformador em minha vida?

3. Como minha compreensão do Poder Superior mudou desde que cheguei em Alcoólicos Anônimos?

4. Tenho um caminho espiritual específico?

5. Quais são as diferenças entre religião e espiritualidade?

6. O que tenho feito para explorar minha própria espiritualidade?

7. Tenho encontrado qualquer preconceito em Alcoólicos Anônimos, ao explorar minha espiritualidade? Como me senti por isso? O que tenho feito para manter minhas crenças?

8. Independentemente do caminho espiritual que estou seguindo, venho mantendo meu envolvimento com Alcoólicos Anônimos?

9. Como meu envolvimento com Alcoólicos Anônimos complementa minha jornada espiritual?

10. Como meu caminho espiritual contribui para minha recuperação?

11. Como rezo?

12. Como me sinto rezando?

13. Quando normalmente rezo? Quando estou sofrendo? Quando eu quero alguma coisa? Regularmente?

14. Como o fato de rezar espontaneamente durante o dia me ajuda?

15. Como a oração me ajuda a colocar as coisas em perspectiva?

16. Como medito?

17. Quando medito?

18. Como me sinto meditando?

19. Caso medite consistentemente há algum tempo, que mudanças vejo em mim ou na minha vida, como resultado da meditação?

20. Em que circunstâncias percebo a presença do Poder Superior? O que sinto?

21. O que estou fazendo para melhorar meu contato consciente com o Poder Superior?

22. Que situações posso identificar em minha vida, nas quais agi por capricho? Quais foram os resultados?

23. Que situações posso identificar em minha vida, nas quais tentei harmonizar minha vontade com a do Poder Superior? Quais foram os resultados?

24. Quais os exemplos que posso citar, de como eu vivo com propósito e dignidade?

25. Qual a minha visão da vontade do Poder Superior para mim?

26. Como eu demonstro meu compromisso com minha recuperação ao trabalhar o décimo primeiro passo?

27. Orei ou meditei hoje?

28. Tenho me deparado com alguma situação que me exigiu defender minhas crenças com algum custo pessoal? Como eu agi? Quais foram os resultados?

29. Até agora me foi dado aquilo de que preciso? O que fiz que recebi?




























DÉCIMO SEGUNDO PASSO.

1. Qual a minha experiência, como resultado do trabalho dos passos?

2. Como tem sido meu despertar espiritual?

3. Que mudanças duradouras resultaram do meu despertar espiritual?

4. Quais princípios espirituais eu correlacionaria a que passos? Como esses princípios contribuíram para meu despertar espiritual?

5. O que significa para mim a expressão: “despertar espiritual”?

6. Quais as diferentes formas pelas quais tenho vivenciado a mensagem?

7. Que tipo de serviço estou prestando para levar a mensagem?

8. Cite algumas maneiras de levar a mensagem. Quais as que pessoalmente, pratico?

9. Qual é meu estilo pessoal de apadrinhamento?

10. Qual é a diferença entre atração e promoção?

11. O que levar a mensagem faz por mim?

12. Como a quinta tradição e o segundo passo estão entrelaçados?

13. O que me faz continuar voltando a acreditar no programa de Alcoólicos Anônimos?

14. O que é um serviço abnegado? Como eu o pratico?
15. Por que um membro de Alcoólicos Anônimos é capaz de me sensibilizar de uma maneira que ninguém mais consegue? Descreva a experiência.

16. Qual o valor terapêutico de um adicto ajudando outro adicto?

17. Por que a identificação é tão importante?

18. Como posso praticar os princípios em diferentes áreas de minha vida?

19. Quando eu acho difícil praticar esses princípios?

20. Que princípio espiritual eu tenho mais dificuldades de praticar?

21. Como tenho praticado o princípio do amor incondicional com os adictos que tento ajudar?

22. Qual é minha atitude na relação de apadrinhamento? Eu encorajo meus afilhados a tomar suas próprias decisões e, conseqüentemente, crescer? Eu dou conselhos ou partilho minha experiência?

23. Qual minha atitude no que diz respeito ao serviço? Alcoólicos Anônimos poderia sobreviver sem mim?

24. Como tenho praticado o princípio da abnegação nos meus esforços para servir?

25. Estou comprometido com minha recuperação? o que faço para mantê-la?

26. Pratico princípios espirituais, independentemente do modo como me sinto?

27. Como expressarei minha gratidão?

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